ARTISTAS / PROFESSORES

OsGêmeos, Otávio Pandolfo e Gustavo Pandolfo são grafiteiros oriundos do Cambuci, São Paulo. Possuem formação em desenho de comunicação pela Escola Técnica Estadual Carlos de Campos, tornaram-se uma das influências mais importantes na cena paulistana e do mundo com seus traços e especificidades adquiridos com a experiência e influência de outros artistas. Em tempos de Covid-19, a Pinacoteca de São Paulo reabre com a exposição denominada Segredos que narra a participação dos artistas em diversos museus, tais como: Hamburger Bahnhof (Berlim), Vancouver Biennale (Canadá); MOCA – Museum of Contemporary Art (Los Angeles); MOT – Museum of Contemporary Art Tokyo (Tóquio), Trienale de Milão.

OsGêmeos

OsGêmeos, Otávio Pandolfo e Gustavo Pandolfo são grafiteiros oriundos do Cambuci, São Paulo. Possuem formação em desenho de comunicação pela Escola Técnica Estadual Carlos de Campos, tornaram-se uma das influências mais importantes na cena paulistana e do mundo com seus traços e especificidades adquiridos com a experiência e influência de outros artistas. Em tempos de Covid-19, a Pinacoteca de São Paulo reabre com a exposição denominada Segredos que narra a participação dos artistas em diversos museus, tais como: Hamburger Bahnhof (Berlim), Vancouver Biennale (Canadá); MOCA – Museum of Contemporary Art (Los Angeles); MOT – Museum of Contemporary Art Tokyo (Tóquio), Trienale de Milão.
É Licenciada e Mestra em Educação Musical pela Universidade Federal da Bahia. Professora de Arte e Música na Educação Básica desde 1997. Desenvolve projetos no ensino de música numa perspectiva decolonial com ênfase na educação étnico-racial, lei 10.639/03 africanidades e culturas jovens urbanas, em especial a cultura Hip-Hop. Desde 2006 é professora efetiva de Arte na rede municipal de Jundiaí, SP. Atualmente é doutoranda no Programa de Pós-graduação em Educação da USP e sua pesquisa busca analisar a prática docente de professores polivalentes de Arte e sua relação com a lei 10.639/03.

Djenane Vieira

É Licenciada e Mestra em Educação Musical pela Universidade Federal da Bahia. Professora de Arte e Música na Educação Básica desde 1997. Desenvolve projetos no ensino de música numa perspectiva decolonial com ênfase na educação étnico-racial, lei 10.639/03 africanidades e culturas jovens urbanas, em especial a cultura Hip-Hop. Desde 2006 é professora efetiva de Arte na rede municipal de Jundiaí, SP. Atualmente é doutoranda no Programa de Pós-graduação em Educação da USP e sua pesquisa busca analisar a prática docente de professores polivalentes de Arte e sua relação com a lei 10.639/03.
Pesquisadora de diversos gêneros musicais como Hip-Hop, R&B, MPB, Funk, etc. Idealizadora do Projeto TPM (Todas Podem Mixar), aproximando seu trabalho à forma como enxerga o mundo, feminismo negro interseccional.

DJ Miria Alves

Pesquisadora de diversos gêneros musicais como Hip-Hop, R&B, MPB, Funk, etc. Idealizadora do Projeto TPM (Todas Podem Mixar), aproximando seu trabalho à forma como enxerga o mundo, feminismo negro interseccional.
Gildean Silva "Panikinho" É Mc/Rapper, Ativista e Pesquisador da cultura Hip-Hop, Arte-educador Popular, graduado em Pedagogia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, especialista em Administração e Organização de Eventos pelo SENAC/SP, colaborador da Soweto Organização Negra e atua como Gestor Cultural na Pró-reitoria de Cultura e Extensão da UNIFESP.

Panikinho

Gildean Silva “Panikinho” É Mc/Rapper, Ativista e Pesquisador da cultura Hip-Hop, Arte-educador Popular, graduado em Pedagogia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, especialista em Administração e Organização de Eventos pelo SENAC/SP, colaborador da Soweto Organização Negra e atua como Gestor Cultural na Pró-reitoria de Cultura e Extensão da UNIFESP.
Licenciando em Artes Visuais pela Unicastelo, gaffiteiro, arte-educador é um dos fundadores do Grupo Opni em 1997. Fundou a Favela Galeria em 2009, a primeira galeria de arte dentro da favela. Em 2017 realizou a Tour nos EUA, difundindo seus trabalhos em New Orleans, Loa Angeles e Austin, atuando nas universidades de Tulane e do Texas. Foi pesquisador FAPESP no grupo O Hip-Hop e as culturas afro-brasileiras na FEUSP, atualmente tem colaborado com os estudos baseados na Pedagogia Hip-Hop (USP) por meio do projeto Quadro Negro.

Val Opni

Licenciando em Artes Visuais pela Unicastelo, gaffiteiro, arte-educador é um dos fundadores do Grupo Opni em 1997. Fundou a Favela Galeria em 2009, a primeira galeria de arte dentro da favela. Em 2017 realizou a Tour nos EUA, difundindo seus trabalhos em New Orleans, Loa Angeles e Austin, atuando nas universidades de Tulane e do Texas. Foi pesquisador FAPESP no grupo O Hip-Hop e as culturas afro-brasileiras na FEUSP, atualmente tem colaborado com os estudos baseados na Pedagogia Hip-Hop (USP) por meio do projeto Quadro Negro.
Nenesurreal, é graffiteira, mulher preta, periférica, avó, uma multiplicadora, no que tange ao processo de economia solidária, artista plástica, artesã, educadora social, escultora, pintora, artista visual, criadora da grife NeneSurreal (roupas pintadas na técnica do graffiti para todas as mulheres, especialmente para as plus size).

Nenesurreal

Nenesurreal, é graffiteira, mulher preta, periférica, avó, uma multiplicadora, no que tange ao processo de economia solidária, artista plástica, artesã, educadora social, escultora, pintora, artista visual, criadora da grife NeneSurreal (roupas pintadas na técnica do graffiti para todas as mulheres, especialmente para as plus size).
Veracidade, como é conhecido, Mauro Neri, preto com origem na periferia de São Paulo, educador, artista plástico, grafiteiro e pichador. Corresponsável pelos movimentos Imargem, Cartograffiti e Infograffiti; projetos de arte, educomunicação, meio ambiente e direito à cidade. Expõe nas ruas e instituições no Brasil e no mundo. Age a partir das margens produz na paisagem, imagens de gente, de casas e escritas com a palavra “ver” em percursos de acessos para além das fronteiras.

Mauro Sergio Neri da Silva (Veracidade/Mauro Neri)

Veracidade, como é conhecido, Mauro Neri, preto com origem na periferia de São Paulo, educador, artista plástico, grafiteiro e pichador. Corresponsável pelos movimentos Imargem, Cartograffiti e Infograffiti; projetos de arte, educomunicação, meio ambiente e direito à cidade. Expõe nas ruas e instituições no Brasil e no mundo. Age a partir das margens produz na paisagem, imagens de gente, de casas e escritas com a palavra “ver” em percursos de acessos para além das fronteiras.
Mineira fazendo arte em São Paulo, graduada em Pedagogia e pós-graduanda na especialização em Ensino de Artes e História e cultura afro brasileira pelo Instituto Nacional de Educação (INE), trabalha como educadora sociocultural, professora de dança e dançarina. Vive e soma com ações realizadas nas periferias de São Paulo, com público majoritariamente negro e feminino, encontra na dança o ponto de acesso para diversas reflexões e resistências.

Fabi Silva

Mineira fazendo arte em São Paulo, graduada em Pedagogia e pós-graduanda na especialização em Ensino de Artes e História e cultura afro brasileira pelo Instituto Nacional de Educação (INE), trabalha como educadora sociocultural, professora de dança e dançarina. Vive e soma com ações realizadas nas periferias de São Paulo, com público majoritariamente negro e feminino, encontra na dança o ponto de acesso para diversas reflexões e resistências.
Pedagogo, Músico/Rapper, Intérprete, Escritor de Resenhas em Colunas em Sites e Blogs; idealizador do projeto bRASIL dEFICIENTE. Realiza formação de professores e estudantes nas escolas do entorno do Distrito do Grajaú, colaborando na formação de grêmios estudantis

Moisés Martins – Rapper Moyses

Pedagogo, Músico/Rapper, Intérprete, Escritor de Resenhas em Colunas em Sites e Blogs; idealizador do projeto bRASIL dEFICIENTE. Realiza formação de professores e estudantes nas escolas do entorno do Distrito do Grajaú, colaborando na formação de grêmios estudantis
Graduado em Pedagogia pela Universidade Brás Cubas - SP. Possui nível técnico em Dança pela escola Estadual de Arte de São Paulo (ETEC de Artes) e Curso de Extensão Universitária pela USP: Espaços de Educação não-formal. Atualmente é Arte-Educador concursado desde 2009 na Secretaria de Cultura do Município Poá- SP, e Avaliador de projetos Culturais do Edital Lei Aldir Blanc 2020, é Arte-educador de Danças Urbanas do Fábrica de Cultura - SP.

Dionatan (B-boy Jotta)

Graduado em Pedagogia pela Universidade Brás Cubas – SP. Possui nível técnico em Dança pela escola Estadual de Arte de São Paulo (ETEC de Artes) e Curso de Extensão Universitária pela USP: Espaços de Educação não-formal. Atualmente é Arte-Educador concursado desde 2009 na Secretaria de Cultura do Município Poá- SP, e Avaliador de projetos Culturais do Edital Lei Aldir Blanc 2020, é Arte-educador de Danças Urbanas do Fábrica de Cultura – SP.
Integrante do grupo de rap Liberdade e Revolução, militante do MTST, Diretor regional Sul da FSPB, integrante do MEOB (Movimento Educadores Organizados pela Base), conselheiro na ACAT (Associação Cristã Ant Tortura), articulador da Rede de Apoio e Resistência ao Genocídio , organizador da Marcha da Periferia desde 2011, linha de frente contra o coronavírus nas favelas com foto no Vietnã e região.

Francisco Vidal - Rapper Vidal

Integrante do grupo de rap Liberdade e Revolução, militante do MTST, Diretor regional Sul da FSPB, integrante do MEOB (Movimento Educadores Organizados pela Base), conselheiro na ACAT (Associação Cristã Ant Tortura), articulador da Rede de Apoio e Resistência ao Genocídio , organizador da Marcha da Periferia desde 2011, linha de frente contra o coronavírus nas favelas com foto no Vietnã e região.
Dançarino desde 1998, arte-educador, elaborador de vídeos tutorias que são assistidos em todo o país e até no exterior. Participa de competições nacionais e internacionais, tais como: Step One na Argentina, no Mundial The Notorious IBE na Holanda. Atua como jurado de competições renomadas como Freestyle Session Brasil (EUA) e World Bboy Classic (Holanda). Participou como ator principal do documentário “Commom Jobs Uncommom People. É também integrante da Daft Crazy, criador da marca Power Caps e administrador do maior canal de Breaking da América Latina - PowerTUBEmoves Channel.

Carlos da Silva Lopis (B-Boy Amendoim)

Dançarino desde 1998, arte-educador, elaborador de vídeos tutorias que são assistidos em todo o país e até no exterior. Participa de competições nacionais e internacionais, tais como: Step One na Argentina, no Mundial The Notorious IBE na Holanda. Atua como jurado de competições renomadas como Freestyle Session Brasil (EUA) e World Bboy Classic (Holanda). Participou como ator principal do documentário “Commom Jobs Uncommom People. É também integrante da Daft Crazy, criador da marca Power Caps e administrador do maior canal de Breaking da América Latina – PowerTUBEmoves Channel.
Design Gráfico, ativista da cultura Hip-Hop e dançarino de breaking. Iniciou na cultura Hip-Hop na ONG Casa do Zeinho, fez parte do projeto de pesquisa da FEUSP, tornou-se monitor do projeto de dança organizado pela B-girl Cris, atuou como arte-educador e integrou-se ao grupo Silêncio Crewativo, um dos idealizadores e fundador da Guetto Crew.

Anderson Ferreira Santana (Anderson Basquiat)

Design Gráfico, ativista da cultura Hip-Hop e dançarino de breaking. Iniciou na cultura Hip-Hop na ONG Casa do Zeinho, fez parte do projeto de pesquisa da FEUSP, tornou-se monitor do projeto de dança organizado pela B-girl Cris, atuou como arte-educador e integrou-se ao grupo Silêncio Crewativo, um dos idealizadores e fundador da Guetto Crew.
Pedagoga, arte-educadora, dançarina e coreógrafa de locking, popping, soul funk, dança afro, danças folclóricas, dança cigana, dança contemporânea, contadora de histórias, artista em pintura gestacional, capacitadora em Inteligência Emocional e Preparação Corporal. Integrou-se na Back Spin Kings em 1994. Foi uma das criadoras da Casa do Hip-Hop de Diadema e da Zulu Nation Brasil. Atualmente participa do Programa PIÁ, faz parte da equipe produtora da São Bento, colaboradora do projeto Pedagogia Hip-Hop USP.

Adriana Teodoro (Drica)

Pedagoga, arte-educadora, dançarina e coreógrafa de locking, popping, soul funk, dança afro, danças folclóricas, dança cigana, dança contemporânea, contadora de histórias, artista em pintura gestacional, capacitadora em Inteligência Emocional e Preparação Corporal. Integrou-se na Back Spin Kings em 1994. Foi uma das criadoras da Casa do Hip-Hop de Diadema e da Zulu Nation Brasil. Atualmente participa do Programa PIÁ, faz parte da equipe produtora da São Bento, colaboradora do projeto Pedagogia Hip-Hop USP.
Graffiteira desde 2007, Licenciatura de Artes Visuais e Moda pelo Senac, arte-educadora, ilustradora, artista visual, estilista e criadora de moda da marca de roupas e acessórios únicos e inclusivos DA LAMA ao luxo. Suas produções e criações têm como inspirações a natureza, ancestralidade, bem como as mulheres e suas histórias.

Laís Fernanda da Silva Rosa (Da Lama)

Graffiteira desde 2007, Licenciatura de Artes Visuais e Moda pelo Senac, arte-educadora, ilustradora, artista visual, estilista e criadora de moda da marca de roupas e acessórios únicos e inclusivos DA LAMA ao luxo. Suas produções e criações têm como inspirações a natureza, ancestralidade, bem como as mulheres e suas histórias.
Inicia no Hip Hop como Mc em 2008 no grupo Odisseia das Flores. Durante sua trajetória, realizou diversas parcerias e participações musicais ao lado de grandes nomes do Rap. Artesã, cantora, compositora e arte-educadora, atua também em projetos sociais, culturais artísticos e educacionais. Fazendo parte e colaborando com coletivos que atuam nas periferias do Brasil.

Chaiane Ezequiel da Silva Mendes (Chai Odisséia)

Inicia no Hip Hop como Mc em 2008 no grupo Odisseia das Flores. Durante sua trajetória, realizou diversas parcerias e participações musicais ao lado de grandes nomes do Rap. Artesã, cantora, compositora e arte-educadora, atua também em projetos sociais, culturais artísticos e educacionais. Fazendo parte e colaborando com coletivos que atuam nas periferias do Brasil.
Graduada em jornalismo e Mestre em Filosofia da Educação pela Unimep. Fotógrafa e cineasta de guerrilha no SUP (Serviço de Utilidade Pública). Educadora popular no Instituto Terroá. Idealizadora e produtora do Festival Curto Circuito de Hip-Hop. Colaboradora no coletivo Batalha Central e militante feminista antirracista no coletivo Marias de Luta.

Jaqueline Altomani da Silva (Altosmoney)

Graduada em jornalismo e Mestre em Filosofia da Educação pela Unimep. Fotógrafa e cineasta de guerrilha no SUP (Serviço de Utilidade Pública). Educadora popular no Instituto Terroá. Idealizadora e produtora do Festival Curto Circuito de Hip-Hop. Colaboradora no coletivo Batalha Central e militante feminista antirracista no coletivo Marias de Luta.
O projeto Clássicas surgiu da necessidade de dar visibilidade para A TRÍADE PIONEIRA DO HIP-HOP, que se reuniu para mostrar que no Brasil, sempre teve representação feminina. O coletivo CLÁSSICAS Hip-Hop é composto por Rose MC, Rubia RPW e Sharylaine. O projeto tem sido realizado por meio de transmissão on-line entrevistas, bate-papo e divulgação de seus trabalhos, além disso, têm reunido mulheres oldschool de todos os elementos: DJs, MCs, B.Girls e Graffiteiras. O resultado foi iniciarmos produção de lives de conhecimento, ao qual chamamos de Clássicas "PAPO RETO", "ENTREVISTA" E "CONVIDA". Sharylaine - Ildslaine Mônica da Silva (Sharylaine Bakhita) fez parte do grupo Rap Girls, primeiro grupo de Rap formado por mulheres, uma das percussoras do Rap no Brasil, fundadora da Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop, MC, arte-educadora e uma das lideranças feminina dentro da cultura Hip-Hop Nacional; Rosangela Ribeiro Rocha (Rose MC) atua desde 1985, arte-educadora, uma das autoras do livro Perifaminas; Rubia Paula Fraga (Rubia RPW) é MC, Militante, Cientista Social pela Unifesp e arte-educadora.

Clássicas (Sharylaine, Rúbia RPW e Rose MC)

O projeto Clássicas surgiu da necessidade de dar visibilidade para A TRÍADE PIONEIRA DO HIP-HOP, que se reuniu para mostrar que no Brasil, sempre teve representação feminina. O coletivo CLÁSSICAS Hip-Hop é composto por Rose MC, Rubia RPW e Sharylaine. O projeto tem sido realizado por meio de transmissão on-line entrevistas, bate-papo e divulgação de seus trabalhos, além disso, têm reunido mulheres oldschool de todos os elementos: DJs, MCs, B.Girls e Graffiteiras. O resultado foi iniciarmos produção de lives de conhecimento, ao qual chamamos de Clássicas “PAPO RETO”, “ENTREVISTA” E “CONVIDA”. Sharylaine – Ildslaine Mônica da Silva (Sharylaine Bakhita) fez parte do grupo Rap Girls, primeiro grupo de Rap formado por mulheres, uma das percussoras do Rap no Brasil, fundadora da Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop, MC, arte-educadora e uma das lideranças feminina dentro da cultura Hip-Hop Nacional; Rosangela Ribeiro Rocha (Rose MC) atua desde 1985, arte-educadora, uma das autoras do livro Perifaminas; Rubia Paula Fraga (Rubia RPW) é MC, Militante, Cientista Social pela Unifesp e arte-educadora.
Projeto Social e Grupo de Rap com Crianças e Adolescentes "Família UniVersos" da periferia de São José do Rio Preto.

Família UniVersos

Projeto Social e Grupo de Rap com Crianças e Adolescentes “Família UniVersos” da periferia de São José do Rio Preto.
Possui Bacharelado em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Mestre em Filosofia pelo programa multidisciplinar em Culturas e Identidades Brasileiras (IEB-USP), com área de concentração em Estudos Brasileiros. Professor, discotecário, historiador e mestre em Filosofia pela USP com a dissertação “Quanto vale o show? O fino Rap de Athalyba-Man e a inserção social do Periférico através do mercado de música popular”. É membro do Coletivo de Hip-Hop SUATITUDE e realiza pesquisa na área desde 1999.

Guilherme Machado Botelho (DJ Guinho)

Possui Bacharelado em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Mestre em Filosofia pelo programa multidisciplinar em Culturas e Identidades Brasileiras (IEB-USP), com área de concentração em Estudos Brasileiros. Professor, discotecário, historiador e mestre em Filosofia pela USP com a dissertação “Quanto vale o show? O fino Rap de Athalyba-Man e a inserção social do Periférico através do mercado de música popular”. É membro do Coletivo de Hip-Hop SUATITUDE e realiza pesquisa na área desde 1999.